Cuidado com o que se faz.

Cuidado com oVocê-sabia-que-existe-o-Dia-do-Silêncio que semeamos!

Toda semente lançada à terra germinará, inevitavelmente.

As nossas palavras, uma vez pronunciadas, seguirão o seu curso, provocando reações segundo a natureza delas – não nos será possível recolhê-las dos ouvidos que as acolheram!

As decisões que tomarmos farão com que arquemos com as consequências correspondentes, inclusive assumindo parcela de responsabilidade pelas atitudes alheias que se inspirarem  em nossas atitudes.

Antes de qualquer manifestação verbal ou prática, na vida cotidiana, as pessoas carecem  de pensar e repensar inúmeras vezes.

Uma palavra ofensiva ou leviana pode desencadear um crime.

Um gesto intempestivo pode ter sérias repercussões.

A perturbação mental, quando aparece, quase sempre é o término de longo processo que  se elaborou no tempo, sem que se procurasse reverter.

Aquilo a que alguém costuma não ligar importância, no que diz ou no que faz, é que lhe complica o destino.

Evitemos, inclusive, brincadeiras de mau gosto.

Uma piada com um subalterno talvez lhe seja causa de humilhação.

Um apelido depreciativo também é faltar com o respeito ao próximo.

A paz é uma conquista que é preciso trabalhar muito para se obter e, depois de obtida,  é imprescindível trabalhar muito mais para conservá-la.
Obra: “Saúde Mental À Luz do Evangelho”

Carlos A. Baccelli / Inácio Ferreira

 

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