As sete cores dos raios dos Arcanjos – I

As sete cores dos Raios são a divisão natural da pura Luz branca que emana do coração de Deus, quando esta desce pelo prisma da sua manifestação. Elas representam as subdivisões do Todo que é Cristo, manifestando-se em sete aspectos qualitativos, em sete aspectos das qualidades principais de Deus.

Qualquer que seja a sua cor, todas as chamas têm um núcleo de fogo branco de pureza que encarna todos os atributos de Deus e que pode ser invocado por aqueles que desejam expandir a Consciência Crística.

Em cada dia da semana é transmitida para a Terra, do coração de Alfa e Ômega, uma concentração especial de um dos Sete Raios de Deus. Aqueles que desejam dedicar a sua vida a uma comunhão permanente com os Mestres Ascensos, ampliar a Luz nos seus mundos e no seu serviço à humanidade, deverão fazer invocações, orações e decretos a esse mesmo Raio.

A luz dos sete Raios é transmitida com maior ou menor intensidade para a nossa aura e para o plano da matéria através dos sete chacras principais que se situam no corpo etérico do homem, dependendo do nosso comportamento na Terra. Se houver um fluxo perpétuo de energia a mover-se como um rio de Luz através dos  chacras, ela manter-nos-á num estado de autêntico êxtase espiritual, de alegria e saúde perfeitas.

Logo de manhã ao acordar peçam para que a vontade de Deus seja feita em todas as decisões que tomarem durante o dia. Peçam a Deus que revele a sua vontade na vossa vida. Deverão dizer aos Arcanjos onde é que querem a ajuda, mas sejam específicos nas vossas orações e afirmações sobre os vossos objetivos diários e terminem dizendo que seja feito somente de acordo com a vontade de Deus.

Para cada dia da semana, existem um ELOHIM, um ARCANJO e um CHOHAN que se dedicam ao serviço de irradiação da Luz de um dos Sete Raios, aquela Luz que, também, forma o corpo causal de cada pessoa.

Mandala da Vida

Mandala significa círculo em palavra sânscrito. Mandala também possui outros significados, como círculo mágico ou concentração de energia, e universalmente a mandala é o símbolo da integração e da harmonia.

A mandala é uma espécie de yantra (instrumento, meio, emblema) que em diversas línguas da península indostânica significa círculo. Em rigor, mandalas são diagramas geométricos rituais: alguns deles correspondem concretamente a determinado atributo divino e outros são a manifestação de certa forma de encantamento (mantra).

A sua antiguidade remonta pelo menos ao século VIII a.C. e são usadas como instrumentos de concentração e para atingir estados superiores de meditação (sobretudo no Tibete e no budismo japonês).

Durante muito tempo, a mandala foi usada como expressão artística e religiosa, através de pinturas rupestres, no símbolo chinês do Yin e Yang, nos yantras indianos, nas thangkas tibetanas, nos rituais de cura e arte indígenas e na arte sacra de vários séculos.

No budismo, a mandala é um tipo de diagrama que simboliza uma mansão sagrada, o palácio de uma divindade. Geralmente, as mandalas são pintadas como thangkas e representadas em madeira ou metal ou construídas com areia colorida sobre uma plataforma. Quando a mandala é feita com areia, logo após algumas cerimônias, a areia é jogada em um rio, para que as bênçãos se espalhem.

Carl Jung descreve as mandalas como quadros representativos ideais ou personificações ideais que se manifestam na psicoterapia, interpretando-as como símbolos da personalidade no processo da individualização.

Muitas pessoas fazem tatuagens de mandalas, sendo que diferentes mandalas têm diferentes padrões visuais que despertam sensações diferentes.

 

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Pedimos o que estamos enfrentando

“Nasceste no lar que precisavas. Vestiste o corpo físico que merecias. Moras onde melhor Deus te proporcionou, De acordo com teu adiantamento. Possuis os recursos financeiros coerentes Com as tuas necessidades, nem mais, nem menos Mas o justo para as tuas lutas terrenas.   Teu ambiente de trabalho é o que elegeste Espontaneamente, para a tua realização. Teus parentes e amigos são as almas que atraíste, Com tua própria afinidade. Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.   Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, Buscas, expulsas, modificas tudo aquilo Que te rodeia a existência. Teus pensamentos e vontades são a chave De teus atos e atitudes. São as fontes de atração e repulsão Na tua jornada e vivência.   Não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos. Reprograma tua meta, busca o bem e viverás melhor.   Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, Qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim” texto de Chico Xavier  …

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O simbolismo da árvore de Natal- Parte II

O que Representa a Árvore: A Árvore de Natal representa o Diagrama Cabalístico da Vida, chamado de Árvore Cabalística ou Árvore Sefirótica. Nesse Diagrama está representada toda a vida e todas as dez dimensões do Universo. Esta Árvore possui dez galhos, que vão desde Kether (o Pai todo perfeito) até Malkuth (o mundo físico).

Tipo de Árvore: Se possível, que seja um pinheirinho, já que esta árvore representa a energia luminosa da Era de Aquárius. O pinheiro é, na verdade, o símbolo da Era Aquariana. Mas podem ser plantas especiais e mágicas, como a romãzeira, o cipreste, o zimbro etc.

Localização da Árvore: Sugere-se colocar a árvore de Natal ao centro da sala ou no leste, aonde o Sol nasce. É apenas uma sugestão, caso não haja essa possibilidade, qualquer local será apropriado para isso.

Como Enfeitar a Árvore: Sempre de cima para baixo, respeitando as forças descendentes do Espírito Divino que vêm para nos abençoar aqui no plano físico.

No Topo da Árvore: Fixe uma estrela dourada, esta representa nossa Estrela Interior que anseia nos guiar na peregrinação da vida, é o nosso Espírito Divino que precisa nascer em nossa Consciência (o topo de nossa Alma é a Consciência). Porém NUNCA ponha a estrela de ponta cabeça, se esta for de cinco pontas.

Os Enfeites: Os enfeites alegorizam virtudes, poderes e forças espirituais que devem triunfar dentro de nós, e também dentro da casa onde está a Árvore. Vejamos os principais enfeites-símbolos:

1. Os 3 Sininhos: Simbolizam a Santíssima Trindade, as três Forças Primárias do Cosmos;

2. Os 7 Anjinhos: Representam os 7 Espíritos Angélicos Santificados, que estão diante de Deus intercedendo por todos nós;

3. As 12 Bolas: Podem ser mais, obviamente, mas as maiores devem ser ao todo 12, e este número representa as 12 Leis Crísticas, os 12 Salvadores e os 12 Cavaleiros da Távola Redonda, os Apóstolos, que nos protegem de todo o mal para algum dia encontrarmos as 12 Verdades de Cristo;

4. As 7 Bengalinhas: Simbolizam as 7 Kundalinis que devemos trabalhar para encarnar nossos Poderes que Divinizam;

5. Os Enfeites: Ao pé da Árvore, representam todas as virtudes que queremos alcançar em nossa vida espiritual; podem ser pequenas caixinhas, elas representam essas virtudes e podem ser de cores variadas.

A Vela Quadrada de Cor Amarela: (ou de outro formato harmonioso que você desejar, como o de um Ovo, um Coração etc.) A cor amarela, das três cores primárias, representa o Cristo, assim como o azul é a cor do Pai e o Vermelho é a do Espírito Santo/Mãe Divina. Deve ser posta na base da Árvore ou próxima a ela (porém, obviamente, com segurança).

E durante toda a semana de Natal, acendê-la para que toda a árvore natalina se transforme num carregador de energia altamente positivo. thENLWM92M

 

O simbolismo da árvore de Natal – Parte I

E já que nos encontramos a entrar na época……

A Árvore de Natal, conhecida em algumas regiões da Europa como “Árvore de Cristo”, desempenha um papel importante na data comemorativa do Nascimento de Nosso Senhor.

Os relatos mais antigos que se conhecem acerca da Árvore de Natal datam de meados do século 17, e são provenientes da Alsácia,  província francesa.

Descrições de florescimentos de árvores no dia do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo levaram os cristãos da antiga Europa a ornamentar suas casas com pinheiros no dia do Natal, a única árvore que nas imensidões da neve permanece verde.

A Árvore de Natal é um símbolo natalino que representa agradecimento pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.

O costume de preparar este belo complemento do presépio foi passando de vizinhança em vizinhança, alcançando hoje até países onde a neve é um fenômeno desconhecido.

Mas, qual é mesmo a origem esotérica da Árvore de Natal? Agora ela se tornou popular, mas sua real origem é popular ou hierática? Criada para abrigar toda uma simbologia esotérica, espiritual?

Para os gnósticos, a Árvore de Natal tem profunda concordância com as tradições Alquímicas, Cabalísticas e Cósmicas de todas as tradições. Todos os presentes, os enfeites, as cores etc. têm um significado profundo e altamente simbólico.

Portanto, ao se montar a Árvore de Natal, lembre-se de compô-la de acordo com a tradição, criando-a para carregar o ambiente onde ela está com vibrações bastante positivas.

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Uma nova abordagem- Tente algo novo

Fazer mudanças nem sempre é fácil. A mudança pode exigir força e coragem. Tente novas experiências e aventuras, pois elas irão ajudá-lo a crescer e a expandir a sua compreensão da vida, do Universo e de tudo o que você está se tornando. Isto lhe aproxima do seu propósito de vida Divino e é por isto que você deixou o Lar e escolheu ter uma experiência finita.

Tenha paciência e não tente forçar as coisas a acontecerem, e nem desista quando elas estiverem bem próximas. Lembre-se de que você escolheu a sua jornada atual por uma razão, e ela se revelará da melhor maneira possível. Confie que quando você invoca os seus anjos para trabalhar em seu interesse, eles trabalham sem parar nos bastidores para ajudá-lo. Às vezes, tudo o que você realmente precisa é de uma perspectiva diferente para ver o caminho intensamente iluminado diante de você, assim, reserve um momento e, então, lance outro olhar com novos olhos e você saberá o que fazer. Você saberá o que é certo e melhor para você.

 

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Faça uma avaliação da sua vida

Anjo

É o momento de dar uma pausa, de uma reflexão e observação. Fazer uma revisão de vida oferece uma cura profunda.

É uma oportunidade para resolver mudar ou curar alguma área de sua vida que esteve fora do equilíbrio.

Uma oportunidade para permitir o crescimento e a mestria em sua jornada, bem como para completar um ciclo para prenunciar esta nova energia da criação.

Reserve este tempo para se interiorizar.

Peça aos seus anjos para se unirem a você e tenha uma discussão sincera, e, então, libere e perdoe.

A Orientação dos Anjos é que mantenha o seu foco no positivo, veja a dádiva da experiência e confie na beleza de suas criações.

A mudança nem sempre é fácil, mas quando você evolui, surge uma nova vibração sua.

Afirmação: “Quando eu faço uma revisão de minha vida, eu posso liberar e ver a dádiva da experiência e quando o faço, estou preparado para avançar para algo mais grandioso

 

 

Nós somos o YIN E o YANG

A desconexão com a Fonte e a extrema identificação com os aspetos práticos terrenos fez-nos adotar e preferir umas ferramentas em detrimento de outras nas nossas rotinas do dia a dia.
Por exemplo, os conceitos de luta, esforço, resistência, defesa e sobrevivência são vistos sempre como positivos e até como nobres, praticados por seres humanos honrados, corajosos e determinados.
Ou seja, o uso e abuso exclusivo da energia Yang, masculina e guerreira que dominou a Terra nos últimos 2000 anos. Podemos inclusive responsabilizar o abuso da mesma pelo estado de violência e guerra em que o mundo se encontra.
Mas vivemos numa realidade dual. Somos compostos de energia feminina e masculina. A viagem do Espirito é precisamente o equilíbrios dos polos dentro de nós.

A partir desta visão, fica no ar a seguinte questão;

Onde ficam então os conceitos de rendição, sensibilidade, desistência, entrega e morte??
Seremos tão ignorantes e cegos ao ponto de termos chegado ao ponto de rejeitar a tão essencial e complementar energia Yin??
Não temos todos nós, cada um de maneira diferente na nossa história, a experiência de que a energia Yin é em tantos casos, a única via de solução e superação dos mais variados desafios??
A dor profunda da morte de uma pessoa querida por exemplo é superada através da rendição e sensibilidade da energia Yin ou pela força e resistência da energia Yang?
Quando somos confrontados com o estado de violência do mundo, com a agressividade que existe entre pessoas, casais, famílias, países, raças, sexos, religiões o que é que de facto nos choca?
É a falta de poder, força e luta? Ou é a falta de sensibilidade, tolerância e amor?
Infelizmente a inconsciência e o desequilíbrio são tais no que toca à existência destas duas tão essenciais forças que chegámos ao ponto de rotular de doentes, fracas e emocionalmente desequilibradas as pessoas que se atrevem a vir mostrar ao mundo a falta que a energia Yin faz.
Se lembrarmos que o mundo é apenas uma materialização física da nossa energia coletiva percebemos que cada um de nós está a viver esta inconsciência e desequilíbrio interior e como tal está na nossa mão fazer as respetivas mudanças interiores.
Ambas as energias serão sempre complementares e essenciais à superação das provas terrenas.
Os filhos são muitas vezes quem nos mostra que que há momentos para a força e luta e há momentos para a sensibilidade e rendição.
Quem atraímos também nos vem mostrar o que temos em excesso e de que maneiras poderemos praticar a que nos falta.
Pior do que tudo é mesmo a ignorância desta mecânica pois inconscientes destas energias em nós, a mais forte irá dominar e arrastar-nos para os seus padrões negativos.
Seja a energia Yang em toda a sua força e extrema agressividade, seja a energia Yin em toda a sua passividade e extrema sensibilidade.

Mais cedo ou mais tarde, pela nossa mão ou pela mão da máquina cósmica essas energias serão reajustadas e reequilibradas.

Tudo o que nos acontece tem apenas esse propósito…

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